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Mocidade sacode arquibancada em comemoração aos seus 50 anos

Por Felipe Cruz
Com a colaboração de Hugo Vicunha, Erich Marinho, Cidmara Formenton, Guilherme Queiroz, Gustavo Andrade e Tiago Bombonatti

A segunda escola de samba a passar pelo Sambódromo do Anhembi, na noite desta sexta-feira (24), foi a tradicional Mocidade Alegre. A entidade, detentora de dez títulos no Grupo Especial de São Paulo, se inspirou em uma das frases mais utilizadas por sua presidente, Solange Cruz, para defender seus cinquenta anos de avenida. A entidade foi recepcionada com o clima contagiante do público.

Desenvolvido por uma comissão de carnaval, formada por Leandro Vieira, Paulo Brasil, Carlinhos Lopes e Neide Lopes, o enredo “A Vitória vem da Luta, a Luta Vem da Força e a Força da União”, volta aos primórdios da civilização e encontra-se com a deusa romana Vitória, protetora dos campeões.

Guiado pela Vitória, o desfile mostrou ao menino sambista, personagem da comissão de frente, os valores da luta de ontem e  hoje, anunciando prenúncios que mostram a determinação da comunidade em busca de seu Jubileu de Ouro: vitória, luta, força e união. A história deixou de seguir a sequência cronológica dos fatos para mostrar meio século de existência da “Morada do Samba”.

  • Em breve galeria de fotos do desfile oficial da Tom Maior
  • Em breve vídeo contendo a largada da escola

O desfile de ponta a ponta

Na abertura, a comissão de frente do coreógrafo Jhean Alex veio com bailarinos representando figuras da mitologia romana. Caracterizados de faunos (metade homens, metade bodes) e ninfas (deusas femininas que protegem os desejos e a criatividade), eles conduziram o menino, que simbolizava cada sambista da Mocidade, a uma viagem no tempo em busca de sua história e destino.

Rodeado por guardiões, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Emerson Ramires e Karina Zamparolli, desfilou como Triunfo e Glória. Nas cores salmão e dourado, suas roupas portavam milhares de penas que não atrapalharam o bailado.

Vestida de São Jorge, o santo guerreiro, a bateria “Ritmo Puro”, sob o comando do mestre “Sombra”, não repetiu os famosos ‘paradões’ de 2016, mas investiu em convenções que impulsionaram o canto dos componentes. À frente deles estava a rainha Aline Oliveira, cercada e clicada por fotógrafos e curiosos.

As fantasias somaram requinte e criatividade. As peças indicavam os quatro prenúncios ligados ao tema e também elementos relacionados à história da vermelho e verde do Limão. O último carro recebeu o nome de “Valeu, Comunidade! O Jubileu de Ouro e de Felicidade”, e foi um dos pontos fortes da apresentação. A alegoria reuniu baluartes, integrantes da velha-guarda e ala das crianças.

Após o fechamento do portão da dispersão, nossa equipe conversou com o diretor geral de harmonia, Vanderlei. Ouça a entrevista:

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