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Mestre do Rio de Janeiro elogia o desempenho das baterias em SP

Considerada o ‘coração de uma escola de samba’, a bateria é uma das partes do desfile que mais empolga os espectadores que acompanham a passagem da agremiação. No quesito, os jurados levam em conta a manutenção e a sustentação da cadência do samba-enredo, a perfeita conjugação dos sons de todos os instrumentos, a criatividade e a versatilidade do grupo, por aproximadamente 70 minutos de apresentação.

O mestre de bateria da escola de samba Grande Rio, Thiago Diogo, que esteve em São Paulo no último final de semana para acompanhar e participar a tradicional ’24h de samba’ da Mocidade Alegre, conversou com a reportagem do Amantes do Carnaval de São Paulo para falar de seu trabalho e justamente sobre a performance dos ritmistas. O artista também destacou a evolução deste segmento no carnaval paulista.

Mestre Diogo, na Mocidade Alegre (Foto: Cidmara Formenton / Amantes do Carnaval de São Paulo)

Confira entrevista completa:

Há quanto tempo atua com escolas de samba? Por quais agremiações já passou?

Desde os 6 anos de idade. Começando na extinta escola mirim Alegria da Passarela, hoje conhecida como Aprendizes do Salgueiro. Aos 14 já estuava na bateria principal do Salgueiro, Caprichosos de Pilares. Algumas vezes a companhado o finado mestre Louro, na Porto da Pedra. Ele me passou a batuta do qual tenho muito orgulho em ser discípulo. Nos anos seguintes,  fiquei seis meses como mestre na Porto da Pedra, 1 na União da Ilha do Governadora e estou indo para a quarta temporada na Acadêmicos do Grande Rio.

Já participou de algum desfile no Carnaval de São Paulo? Tem vontade de atuar?

Acompanhando amigos nos desfile das campeãs. É uma grande praça, com nível muito alto. O  trabalho está tão bom que já não necessita de ninguém de fora. Torço para Mocidade Alegre.

Como você avalia o desempenho das baterias em São Paulo?

Sensacionais! Os mestres daqui estão cada vez mais técnicos, ousados e produzindo grandes espetáculos.

O que acha das performances coreografias e passos marcados realizados pelos ritmistas? 

Acho que o  bateria não fica mais somente no ritmo,  precisa sim ter novidades, efeitos e coreografias. Sou muito a favor de reinventar.

Como avalia a participação de jovens tanto no comando quanto nos instrumentos das baterias?

A renovação é necessária em qualquer área. O samba não pode parar de gerar frutos. Os jovens são o amanhã do carnaval eles se esforçam para nos ajudar e assim buscar o melhor para suas escolas.

Ritmista da Império de Casa Verde (Foto: Guilherme Queiroz / Amantes do Carnaval de São Paulo)

 

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